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AOS CRISTÃOS PODE-SE...

Aos cristãos pode-se! Aos cristãos pode-se insultar. Na nossa sociedade, tão tolerante e politicamente correcta, há uma excepção para a Igreja. Como ela diz que o sofrimento é redentor, ama os inimigos, perdoa a todos e espera perseguições, pode-se ofender. Aliás, é o único caso onde se podem atirar culpas com séculos, como na Inquisição e cruzadas. Aos cristãos pode-se! Mel Gibson fez um filme sobre a «A Paixão de Cristo». A película adapta fielmente o livro mais lido de sempre e, de qualquer maneira, a história tem 2000 anos. Mas alguns viram num aspecto lateral uma injúria ao povo judeu. Imediatamente se levantaram miríades de vozes a atacar o cineasta em nome da tolerância. Quase ninguém referiu a liberdade de expressão ou qualidade artística, mas todos concordaram, ou pelo menos respeitaram a acusação. Ofender não se pode. Por isso disseram de Gibson tudo o que lhes apeteceu. Porque aos cristãos pode-se. Depois apareceu o livro «O Código Da Vinci» (Bertrand, 2004) de Dan Brown, uma mistura comum de 007 com o Canal História. A base são as crenças gnóstico-pagãs, hoje tão divulgadas: o Vaticano é um monstro e a caridade cristã uma superstição cruel, enquanto os ritos esotérico-sexuais são verdades científicas mas secretas. A única novidade é que o assassino a soldo aqui é, não do KGB ou SPECTRE, mas do Opus Dei, tomado como seita sinistra (as sociedades secretas, essas só têm cidadãos-modelo). Um dos super-vilões do livro é, com o nome disfarçado, uma pessoa real e viva, D. Javier Echevarría, prelado do Opus Dei. É raro ver uma afronta tão explícita, um convite mais flagrante e injusto ao ódio. Mas se alguém protestar, invoca-se a liberdade de expressão e qualidade artística e diz-se que o protesto só prova a intolerância dos acusados. Se fosse sobre dogmas islâmicos ou hindus, marxistas ou cientifistas, todos condenariam o livro como chauvinista. Mas aos cristãos pode-se insultar."
 

João César das Neves … DN 31 de Maio 2004
 

 



DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ

O dia mais belo? - Hoje.
O maior obstáculo? - 0 medo.
A coisa mais fácil? - Enganar-se.
O maior erro? - Deixar-se arrastar.
A raiz de todos os males? - 0 egoísmo.
A mais bela distracção? - 0 trabalho.
A pior derrota? - 0 desalento.
Os melhores professores? - As crianças.
A primeira necessidade? - Comunicar-se.
O que nos torna mais felizes? - Ser útil aos outros.
O pior defeito? - 0 mau humor.
A pessoa mais perigosa? - A mentirosa.
O pior sentimento? - 0 rancor.
O presente mais belo? - 0 perdão.
O lugar mais imprescindível? - 0 lar.
O trajecto mais rápido? - 0 caminho correcto.
A sensação mais agradável? - A paz interior.
O resguardo mais eficaz? - 0 sorriso.
O melhor remédio? - 0 optimismo.
A maior satisfação? - 0 dever cumprido.
A força mais poderosa do mundo? - A fé.
As pessoas mais necessárias? - Os sacerdotes.
A coisa mais bela do mundo? - 0 AMOR.

(Madre Teresa)


FILTRO TRIPLO

Numa historinha que corre pela NET conta-se que um dia, se aproximou um conhecido de Sócrates, grande filósofo da antiguidade, e lhe disse:

 "Sócrates, sabe o que eu acabei de ouvir acerca daquele seu amigo?"
"Espera um minuto", respondeu Sócrates,
"Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste.
Chama-se o "Teste do Filtro Triplo." - "Filtro Triplo?"
"Sim," continuou Sócrates, "antes que me fales do meu amigo
talvez fosse uma boa ideia parar um momento
e filtrar aquilo que vais dizer.
Por isso é que eu lhe chamei o “Filtro Triplo”. E continuou:
"O primeiro filtro é o da VERDADE.” –“Tens a certeza absoluta
de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?"
"Não," disse o homem, "o que acontece é que eu ouvi dizer que..."
 Então," diz Sócrates," não sabes se é verdade.
Passemos ao segundo filtro, que é o da BONDADE.
O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?"
- "Não, muito pelo contrário..."
"Então," continuou Sócrates "queres dizer-me algo mau sobre ele
e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro.
Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro.
O último filtro é o da UTILIDADE.
O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?"
- "Não, acho que não..." "Bem," concluiu Sócrates,
se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro,
para quê dizer-me?"

(Texto de autor desconhecido que corre na internet)

 

 

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